| ANA TERESA TORO |
“A Mãe queria dançar como Iris Chacón e estabelecer uma fama continental de nádegas anárquicas. A Mãe queria se transformar em outra Iris Chacón e se perder e se encontrar nas curvas sísmicas que têm seu quilômetro zero na cintura. A Mãe queria SER Iris Chacón e se soltar publicamente como uma tigresa febril, dessas que os locutores chamam de temperamentais: vesgas pelo olhar penetrante, o decote precipitado oferecido e nunca dado, a boca entreaberta”.



