Classe C lidera empreendedorismo no Brasil e busca renda maior e autonomia
Flexibilidade, independência e ascensão social impulsionam novos negócios no país
Quase metade dos empreendedores brasileiros pertence à classe C, segundo estudo do Instituto Locomotiva em parceria com o Sebrae.
O levantamento aponta que o empreendedorismo deixou de ser apenas uma alternativa emergencial e passou a representar uma aspiração profissional ligada à ascensão social e à busca por melhores condições de trabalho.
Motivações principais
A flexibilidade de horários, a autonomia e a possibilidade de ganhos maiores estão entre os principais fatores que levam brasileiros a abrir o próprio negócio.
Para muitos, empreender significa fugir de jornadas rígidas, deslocamentos longos e ambientes corporativos considerados desgastantes.
Impacto social
Segundo o Sebrae, pequenos empreendedores têm papel fundamental na geração de emprego, renda e inclusão social, movimentando economias locais em todo o país.
Desafios e riscos
Especialistas alertam que nem todo trabalho por conta própria pode ser considerado empreendedorismo estruturado.
Há casos de atividades por necessidade, associadas ao desemprego, informalidade e falta de oportunidades, o que exige políticas públicas de apoio e qualificação.
Ambiente econômico
O crescimento sustentável do setor depende de acesso a crédito, inovação, capacitação e um ambiente regulatório favorável para pequenos negócios.
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