Cirurgião plástico da SBCP explica sobre dermo expansão, efeito rebote e sobreposição a longo prazo; exame de ressonância magnética identifica quantidades de produto aplicado há 4 anos na face.
O médico cirurgião plástico da face, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Yuri Moresco, revela que o resultado do exame não é atípico e na verdade embasa um assunto importante de ser discutido a respeito da sobreposição e produtos que permanecem no corpo.
Além do problema da sobreposição que vai conferindo artificialidade aos aspectos da face, o cirurgião plástico alerta sobre o efeito rebote.
Moresco ainda revela que não realiza harmonização facial com ácido hialurônico, mas por meio de lipoenxertia. “Ela é permanente e não tem risco de rejeição, pois é utilizada a gordura do próprio paciente por meio de um transplante celular de uma região do corpo para outra.
Entretanto Moresco faz algumas observações em relação ao perfil e também expectativas dos pacientes. “Como a lipoenxertia se trata de transplante de células e é permanente, recomenda-se que o paciente não fique oscilando seu peso corporal.
Sobre Yuri Moresco
Yuri Moresco é médico, cirurgião plástico com atuação em cirurgias estéticas faciais e cirurgias plásticas reparadoras em crianças.

