Vacinação Infantil: A Proteção Que Faz Diferença

Yasmim Costa Nobre, Geovana de Araújo e Mellanie soinski

Por: Yasmim Costa Nobre, Geovana de Araújo e Mellanie Soinski

Vacinar as crianças é uma das melhores maneiras de protegê-las, fortalecendo sua imunidade e garantindo segurança contra doenças que podem afetar sua saúde.

Entre os 5 e 7 anos, onde acontece a fase de crescimento e começa a alta curiosidade e a vontade de explorar, é importante que elas recebam doses de reforço de vacinas essenciais para manter a imunidade adquirida nos primeiros anos de vida.

Além de proteger cada criança, a vacinação também contribui para a saúde coletiva, pois reduz a circulação de diversos vírus e bactérias que podem vir a causar surtos e epidemias.

No entanto, a hesitação em vacinar tem aumentado nos últimos anos, tornando ainda mais importante a divulgação de informações confiáveis sobre o assunto.

Nessa idade, algumas vacinas precisam ser reforçadas para garantir a proteção contra doenças graves. Entre elas estão a tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche, e a segunda dose da tríplice viral, que previne sarampo, caxumba e rubéola. Também é aplicada a vacina contra a poliomielite, para evitar que essa doença volte a aparecer.

Manter a caderneta de vacinação em dia é essencial para impedir que doenças já controladas voltem a circular, o que pode acontecer se muitas crianças deixarem de se vacinar.

Além disso, vacinar as crianças também ajuda a proteger os bebês, já que algumas doenças, como a bronquiolite, são mais perigosas para os menores de 2 anos.

Essa infecção respiratória, causada principalmente pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), pode levar a complicações graves e até hospitalização. 

Em Curitiba, a cobertura vacinal infantil chegou a 92,3%, de acordo com dados divulgados pela prefeitura. Oito das nove vacinas de rotina para crianças de 1 ano ultrapassaram 90% de cobertura, um resultado positivo para a cidade.

A única exceção foi a vacina contra afebre amarela, que passou a fazer parte do calendário infantil há poucos anos. Esses números mostram que a maioria dos pais está vacinando seus filhos, mas é importante continuar incentivando a imunização para evitar que doenças já eliminadas voltem a ser um problema.

As vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são gratuitas e seguras, passando por vários testes antes de serem aplicadas na população. Quando há efeitos colaterais, eles costumam ser leves, como febre baixa e dor no local da injeção.

Ilustração de duas crianças vestindo fantasias de super-heróis, sorrindo e levantando os punhos em sinal de vitória, com texto sobre vacinação infantil.
Heróis de verdade tomam vacina

Já as doenças que podem ser evitadas com a vacinação podem causar problemas graves, deixando sequelas ou até levando à morte. Mesmo com todas essas informações, ainda há pessoas que têm dúvidas ou medos sobre a vacinação.

Por isso, é fundamental que profissionais de saúde esclareçam essas questões e mostrem a importância das vacinas. Além disso, campanhas de conscientização ajudam a lembrar os pais de manter a caderneta de vacinação sempre atualizada.

Com isso, Estudantes de Biomedicina da faculdade UniDomBosco estão realizando uma ação informativa sobre a vacinação! distribuindo panfletos com um quiz rápido e divertido para conscientizar sobre a importância das vacinas de forma leve, interativa e acessível para todas as idades!

O objetivo é ensinar como a imunização protege não só cada pessoa, mas toda a comunidade, ajudando a construir um futuro mais saudável e seguro.

Foto: Yasmim Costa Nobre, Geovana de Araújo e Mellanie soinski. Arquivo pessoal

Por: Yasmim Costa Nobre, Geovana de Araújo e Mellanie soinski

Centro Universitário UniDomBosco 

Curso de Biomedicina 3 período.

 

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